o que é avaliação fisica?


TREINAMENTO FUNCIONAL, EXERCÍCIO TERAPÊUTICO, FORTALECIMENTO MUSCULAR,AVALIAÇÃO FÍSICA, LESÃO MUSCULAR, RECUPERAÇÃO DA SAÚDE.

quinta-feira, 24 de março de 2011

TREINAMENTO FÍSICO E VALE TUDO

Atualmente, as artes marciais é uma atividade com bastante procura nas academias, devido a disciplina, motivação e a variação dos treinamentos. O marketing com a publicidade no mercado televisivo como ( UFC) fez as modalidades como MUAY-THAI e JIU-JITSU aumentarem a adesão de alunos em busca de performance física e saúde.As lutas são esportes que utilizam movimentos específicos para o rendimento físico com gasto calórico elevado, devido a necessidade de adequar um condicionamento especial para os gestos motores, há uma variação da frequência cardíaca e pressão arterial, muitas vezes, o indivíduo não está preparado para está situação, levando-o à hipoglicemia e à hipotensão postural durante o treinamento, caso não tenha o condicionamento adequado para a modalidade.

A capacidade física na luta é o fator primordial para a qualidade técnica do lutador, onde a força, potência, velocidade, agilidade, coordenação, resistência , flexibilidade devem ser trabalhadas em conjunto, buscando o equilíbrio do corpo. O aluno para obter um desempenho adequado na atividade física, no aspecto saúde, necessita uma avaliação física para um maior controle de intensidade no seu treinamento, buscando a maximização de seu resultado de uma forma eficaz e equilibrada, pois não adianta “SER FORTE E NÃO POSSUIR VELOCIDADE.”

No atleta, deve o profissional ( treinador) diminuir o déficit de força entre os menbros inferiores, buscando um equilíbrio muscular com exercício de arranco, arremesso, agachamento, puxada alta através de uma periodização de treinamento. Utiliza-se o método inverso observando o grau de desiquilíbrio muscular nas articulações do ombro, quadril e punho. A base do exercício para melhorar o rendimento na arte marcial é a musculação com período de 05 semanas na adaptação e após, controle de carga através das intensidades, visando a superação de seus limites, através de teste de 1 RM.Assim, a importância do exercício aeróbico contínuo para o atleta de luta é fundamental, pois quanto mais oxigênio na corrente sanguínea menor será a entrada de hidrogênio na musculatura, causando retardo da fadiga muscular.É importante o treinador aumentar a força relativa do atleta devido a especificidade da luta, tornando-o mais forte fisicamente.

por Prof. Luiz Alceu Santos Cidreira - Fisiologista do exercício

domingo, 13 de março de 2011

PESQUISADORES CRIAM UM NOVO ÍNDICE PARA CALCULAR A OBESIDADE

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O Índice de Massa Corporal (IMC), usado para medir o grau de magreza ou obesidade de uma pessoa, tem quase 200 anos de idade e defeitos.

Oito pesquisadores liderados por Richard Bergman, da Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles, criaram “Um Índice Melhor de Adiposidade do Corpo”. Esse é o título do artigo científico em que descrevem o método, na revista médica “Obesity”.

O novo método chama-se Índice de Adiposidade Corporal (IAC) e usa uma equação e apenas duas medidas -a circunferência do quadril e a altura da pessoa- para chegar à porcentagem de gordura no corpo.

O método tradicional de calcular é obtido ao se dividir o peso da pessoa em quilos pelo quadrado de sua altura em metros. [veja ilustração]

O velho índice foi criado em 1832 pelo matemático e astrônomo belga Lambert Adolphe Jacques Quetelet (1796-1874). O Índice de Quetelet foi rebatizado de IMC em 1972, e depois adotado pela Organização Mundial de Saúde como um método simples de medir a obesidade.

Só para maiores

O IMC é impreciso, pois não leva em conta o sexo ou a massa muscular (mulheres têm mais gordura; e músculos pesam mais que gordura). Também não é adequado para menores de 18 anos.

Saber a prevalência de obesidade em uma população é importante em termos de saúde pública. Trata-se de fator de risco para doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, hipertensão e câncer.

Por exemplo: estudo com 24.508 pessoas de 45 a 79 anos, no Reino Unido, revelou que 1.708 homens e 892 mulheres desenvolveram doença coronária cerca de nove anos depois.

Homens com as maiores cinturas em relação aos seus quadris tiveram 55% maior chance de desenvolver a doença; entre elas, o risco foi 91% maior.

Bergman e colegas testaram várias equações para checar qual corresponderia melhor à realidade. Eles tinham a porcentagem de gordura no corpo de duas populações estudadas antes, uma de 1.733 americanos descendentes de mexicanos, outra de 223 afro-americanos.

A gordura tinha sido medida por uma técnica de raio-X, a DXA (sigla em inglês para Absorciometria de Raios-x de Dupla Energia).

A fórmula conseguiu prever com precisão a gordura corporal nos casos acima de 20%; nos casos de gordura de 25% a 30%, a precisão foi total, erro de 0% na estimativa. Apenas nos casos de adiposidade abaixo de 10% a equação não foi tão precisa, indicando um erro de 17,4% a mais de gordura.

“O número de pessoas estudadas ainda é pequeno para generalizar para a população mundial”, diz a brasileira Rosana Radominski, presidente da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica). “O percentual de gordura é muito relativo.”

Entre o grupo de mexicanos-americanos, o porcentual de gordura medido pela técnica DXA variava de 8,7% a 61,2% da massa corporal. “Acima de 32% já há excesso, 60% vai ser sempre negativo”, afirma Radominski.

Os extremos em saúde não costumam ser positivos. “Mas o porcentual pequeno de gordura em um atleta com massa muscular grande não é ruim”, diz a médica; afinal, músculo pesa mais, e o atleta tem boa saúde geral.

Já em uma adolescente normal, esse mesmo porcentual de gordura pode significar que a garota está subnutrida e até incapaz de menstruar, com risco grave de desenvolver anorexia.

Os autores do estudo reconhecem que é preciso mais medidas e de diferentes populações para validar o novo índice.


quarta-feira, 9 de março de 2011

SAÚDE CARDIOVASCULAR

Diário da Saúde

Apenas uma em cada 1.900 pessoas se encaixa dentro daquilo que a renomada Sociedade Americana do Coração (AHA) define como saúde cardiovascular ideal.

A conclusão é de um estudo feito por médicos da Universidade de Pittsburgh, publicado na revista especializada Circulation.

A chamada "saúde cardiovascular ideal" resulta da combinação de sete fatores:

1 - não fumar;
2 - índice de massa corporal inferior a 25;
3 - atividades físicas regulares;
4 - dieta saudável;
5 - colesterol abaixo de 200 sem tratamento;
6 - pressão arterial abaixo de 12 por 8;
7 - glicose em jejum abaixo de 100.

"De todas as pessoas que foram avaliadas, apenas uma em 1.900 poderia afirmar ter saúde cardíaca ideal," diz o Dr. Steven Reis, coordenador do estudo.

terça-feira, 8 de março de 2011

TREINAMENTO FUNCIONAL

Treinamento Funcional - Exercícios em Superfícies Estáveis e Instáveis

O treinamento funcional tem como objetivos melhora da propriocepção, equilíbrio e do acionamento dos músculos do core com intuito de diminuir a incidência de dores lombares e, provavelmente, o aparecimento de lesões (MONTEIRO E EVANGELISTA, 2010) podendo se executado em superfícies instáveis ou estáveis.

Alguns estudos também demonstraram diminuição da produção de força e potência durante a execução de séries em superfícies instáveis (McBRIDE et al. 2006). Dessa forma, recomenda-se a realização de exercícios em superfícies instáveis em conjunto com outras metodologias para desenvolver a força e a potência. Abaixo temos uma tabela que ilustra as principais evidências da literatura até o momento.

TABELA 1 - Comparação de benefícios do treinamento funcional em superfícies instáveis x superfícies estáveis (MONTEIRO E EVANGELISTA, 2010).

VARIÁVEL

ESTÁVEIS

INSTÁVEIS

FORÇA E ESTABILIDADE DO “CORE”

ATIVAÇÃO DE AGONISTAS

CO-ATIVAÇÃO DE ANTAGONISTAS

PRODUÇÃO DE FORÇA

PRODUÇÃO DE POTÊNCIA

MELHORA NA PROPRIOCEPÇÃO

REABILITAÇÃO DE DORES LOMBARES

PERFORMANCE ESPORTIVA

???

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

MONTEIRO AG, EVANGELISTA AL. TREINAMENTO FUNCIONAL UMA ABORDAGEM PRÁTICA. PHORTE EDITORA. SÃO PAULO, 2009.

EFEITO DO ÁLCOOL NO ORGANISMO

Por que o excesso de álcool causa tantos danos?
Para entender como a ingestão de bebidas alcoólicas consegue causar danos a tantas partes do nosso corpo, é preciso explicar o processo de metabolização do álcool ou etanol, ou seja, como o nosso corpo absorve, metaboliza e excreta essa substância.

A médica Ana Cecilia explica que o órgão responsável por metabolizar o álcool é o fígado, e que ele só metaboliza em média uma dose de bebida alcoólica por hora - entenda uma dose como uma lata de cerveja (360ml), uma taça de vinho (100ml) ou de destilado (40ml).

Portanto, se tomarmos seis latas de cerveja, por exemplo, nosso fígado irá levar as mesmas seis horas para metabolizar todo o álcool presente em nosso corpo. "E enquanto o fígado metaboliza a primeira latinha, o resto do álcool fica circulando no sangue e intoxicando, causando alterações e danos em diferentes órgãos", explica Ana Cecília.

O órgão responsável por metabolizar o álcool é o fígado, e ele só metaboliza em média uma dose de bebida alcoólica por hora.

Sistema gastrointestinal
Quando bebemos uma cerveja ou uma caipirinha, o álcool logo é absorvido pelo nosso sistema gastrointestinal. Ele irrita as mucosas do esôfago e do estômago, alterando as membranas do intestino, prejudicando a absorção.

Os resultados podem ser esofagite, gastrite e até diarreia. Já no fígado, o álcool vai alterar a produção de enzimas, aumentando este conjunto de substâncias que serão responsáveis pela metabolização.

"É como se o álcool forçasse o trabalho do fígado, que fica sobrecarregado", diz Ana. "O fígado passa a produzir mais enzimas para metabolizar o etanol e isso culmina com uma inflamação crônica e hepatite alcoólica, podendo evoluir para cirrose", completa.

Sistema nervoso central
Quando abusamos das bebidas alcoólicas, o sistema nervoso, ou seja, nosso cérebro é afetado logo após a ingestão da segunda dose. Homens apresentam alterações na percepção da realidade e do comportamento logo após a segunda dose, e mulheres já na primeira.

De acordo com a especialista Ana Cecilia, os sintomas decorrentes da presença de álcool no sistema nervoso são: problemas de atenção, perda da memória recente, perda de reflexo, perda do juízo crítico da realidade. Com o aumento da dose, sonolência, anestesia e, no grau mais elevado, o coma alcoólico.

"O coma é um grau de intoxicação grave, por ação direta do etanol no sistema nervoso central e em outros sistemas orgânicos", diz Ana Cecilia. Quando isso acontece, é muito importante procurar socorro médico. Se o corpo não conseguir se recuperar do coma, pode haver parada respiratória, podendo levar à morte.

A reversão do quadro inclui medidas gerais para manutenção da vida, que vão desde oxigenação, hidratação, correção da glicemia, do magnésio e do zinco, entre outros cuidados que podem variar de caso para caso.

Sistema renal
Os rins são responsáveis pela filtração final do etanol, de apenas 6% da substância. Mas quando abusamos das bebidas, o etanol altera a capacidade dos rins de filtrar as substâncias do nosso corpo, causando uma alteração dos hormônios que controlam a pressão arterial, o que culmina em hipertensão arterial.

Pulmões
Como o sangue passa pelos pulmões para efetuar as trocas gasosas, nem esse órgão fica livre dos efeitos do álcool. "O etanol deixa as trocas gasosas mais lentas, pois os pulmões recebem um sangue muito sujo", conta Ana Cecilia.

O resultado disso é uma respiração mais lenta, fazendo a pessoa sentir dificuldades para respirar. É por isso também que o bafômetro capta o álcool ingerido, que ainda está circulante.

Sistema cardiovascular
A ingestão de bebidas alcoólicas favorece a liberação de dopamina no cérebro. Este hormônio neurotransmissor é responsável pela regulação de outras substâncias que, por sua vez, regulam o sistema cardiovascular.

Isto significa uma possível alteração da pressão arterial, da frequência cardíaca e depois, dos vasos sanguíneos. A taquicardia e a hipertensão arterial são as consequências mais comuns.

Sistema muscular
É o sistema nervoso central o grande responsável por movimentar nossos músculos. A médica especialista da Abead explica que além da alteração central causada pelo álcool, que deixa as mensagens que chegam aos músculos mais lentas, as ligações nervosas periféricas são comprometidas, e a sensação é de relaxamento.

Sistema hormonal
Ninguém escapa da ação do etanol e, portanto, as glândulas também têm seus produtos, no caso os hormônios, alterados. Porém, são as pessoas que já apresentam doenças de alteração hormonal, como diabetes, que sentem com mais intensidade os danos físicos pela ingestão de bebidas alcoólicas.