o que é avaliação fisica?


TREINAMENTO FUNCIONAL, EXERCÍCIO TERAPÊUTICO, FORTALECIMENTO MUSCULAR,AVALIAÇÃO FÍSICA, LESÃO MUSCULAR, RECUPERAÇÃO DA SAÚDE.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

MÁXIMA OXIDAÇÃO DE GORDURA

DETERMINAÇÃO DA INTENSIDADE DO EXERCÍCIO QUE OBTÉM A MÁXIMA OXIDAÇÃO DA GORDURA

• AUTORES: JUUL ACHTEN , MICHAEL GLEESON , e ASKER E. JEUKENDRUP • Laboratório de Performance Humana , Escola de Esporte e Ciências do Exercício , Universidade de Birminghan , Edgbaston , Birminghan ,B15 2TT Reino Unido.

INTRODUÇÃO

O artigo vem apresentar um experimento o qual teve por finalidade desenvolver um protocolo de teste para determinar a máxima oxidação da gordura. Levando em conta que tratamentos que previnem condições como o excesso de peso e obesidade são ambos de interesse considerável ao publico geral e aos profissionais da saúde. Desenvolver um protocolo de teste para determinar a intensidade do exercício na qual a taxa da oxidação da gordura é máxima. Através da mobilização e utilização do substrato de energia à gordura, exercícios de intensidade graduadas e contínuas.Vários os mecanismos foram propostos para explicar as baixas taxas de oxidação da gordura em alta comparadas com intensidades moderadas de exercício. O procedimento utilizado no estudo contou com dezoito ciclistas regularmente treinados participaram do experimento. Cada voluntário consciente dos procedimentos experimentais e possíveis riscos e benefícios. Todos com treinamentos anteriores no mínimo 3 anos, bicicleta ergométrica - eletromagnética travada (Escalibur,Lode, Groningem, The Netherlands). Um Cateter Teflon (Quickcath, Norfolk,UK) foi introduzido numa veia antecúbita do braço e conectada a uma válvula de três caminhos sendo assim coletada amostra inicial de sangue. A taxa cardíaca foi registrada continuamente durante os testes através de um monitor de radio da taxa cardíaca (polar Vantage NV, Polar Eletro Ltd. Ou, Finland.). Sistema de analise de gás OXYCON ALPHA (JAEGER,WÜRZBERG,GERMMANY) O volume e os analisadores do gás do sistema foram calibrados usando bomba calibrador 3-L e gás calibrador, respectivamente RESULTADOS Taxas de oxidação da gordura versus intensidade do exercício expressa como porcentagem de VO2max. Com intensidades de exercício crescentes, a taxa de oxidação da gordura aumentou a um máximo de 0.60 ± 0.07 g · min-¹ em 64 ± 4% VO2máx (alcance 42-84), que corresponde a 74 ± 3% HRmáx (bpm) (alcance 54-92). As intensidades da zona Fatmax eram localizadas -8.9 ± 1.3% e +8.2 ± 1.2% de Fatmax. A zona Fatmax foi encontrada para estar entre 55 ± 3 e 72 ± 4% VO2máx, que é equivalente a 68 ± 3 e 79 ± 3% FCmáx (bpm), respectivamente. A contribuição da oxidação da gordura para gasto de energia tornou-se insignificante acima da margem alta da zona Fatmax de 89 ± 3% VO2max (alcance 71-99) e 92 ± 1% FCmax (bpm) (alcance 84-98). Fatmax foi determinado com as taxas médias de oxidação da gordura dos testes de Exercícios Contínuos (CE) que foi 2.79 ± 0.03 MJ). Durante o experimento as taxas de porcentagem do VO2máx e HRmáx (bpm) não foram significantes entre os três exercícios. “A zona Fatmáx foi determinada como porcentagem da performance máxima” DISCUSSÃO A principal meta deste experimento foi desenvolver um protocolo de exercício para determinar a intensidade do exercício que obtém a máxima taxa de oxidação da gordura: * Apesar de muitos estudos informarem as máximas taxas de oxidação da gordura entre 25 e 85% VO2máx, nenhum determinou Fatmax ; * Aqui Fatmax foi localizado em 64± 4% VO2max, correspondendo a 74 ± 3% Hrmax (bpm). Além do Fatmax, uma zona Fatmax também foi determinada ;

Foi mostrado em numerosos estudos que a ingestão de carboidrato nas horas antes do exercício reduzem a taxa de oxidação da gordura num período subseqüente de exercício. Para prevenir uma diminuição CHo-induzida nas taxas de oxidação da gordura, todos os testes de exercício neste experimento foram executados após um jejum de 10 a 12 horas . Romijn e colegas investigaram a utilização do substrato em três intensidades de exercício (25, 65, e 85% VO2max). Uma grande descoberta no estudo deles foi que a oxidação da gordura aumentou de 25 a 65% e diminuiu novamente a 85% VO2max. Bergman e Brooksestudaram sete homens treinados e sete não treinados se exercitando a 22, 40, 59, e 75% VO2max após uma noite de jejum. * As taxas de oxidação da gordura nos indivíduos treinados mostraram um pico a 40% VO2max (taxas de oxidação da gordura 0.25, 0.4, 0.31, e 0.09 g · min-¹, respectivamente); * Os não treinados alcançaram valores de pico de oxidação a 59% VO2max (0.12, 0.20, 0.27, e 0.06 g · min-¹). Diferentes e numerosos fatores influenciam o Fatmáx + Habilidade da pessoa para oxidar ácidos gordurosos; + Performance do sujeito + Utilização de substratos durante os estágios tardios de teste + Duração e intensidade de exercícios executados CONCLUSÃO Um protocolo com fases de 3 minutos e incrementos de 35W na taxa de trabalho pode ser usado para determinar Fatmax e a zona Fatmax em atletas bem Treinados. As taxas de oxidação da gordura são altas sobre uma grande variedade de intensidade. Entretanto, em intensidades de exercício acima da Fatmax, a taxa de oxidação da gordura cai Visivelmente.

EXERCÍCIO LONGAS HORAS ENGORDA

Se já é chato perceber que as longas horas passadas na academia não consumiram um grama do seu peso, descobrir que o treino pode engordar é péssimo.

A pior hipótese foi comprovada na Universidade de South Wales, na Austrália. O estudo conduzido pelo médico Steve Boutcher, do programa de pesquisas em exercícios, comparou dois grupos de 45 mulheres com 20 anos e um pouco acima do peso.

As do grupo que fez um treino curto (20 minutos) de alta intensidade na bicicleta perderam em média 2,5 quilos em 15 semanas. As que treinaram por 40 minutos, pedalando em velocidade regular e contínua, ganharam 500 gramas no período.

Outro trabalho, da Universidade do Oeste da Escócia, comparou os resultados obtidos com o treino curto intenso e o tradicional, longo e moderado, em 57 adolescentes, concluindo que o segundo leva sete vezes mais tempo para reduzir a gordura.

Para ter uma amostra maior, pesquisadores do Waikato Institute of Technology e da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, juntaram 22 estudos sobre o tema. O levantamento mostrou que a perda de gordura é até duas vezes maior na atividade de alta intensidade feita por curtos períodos.

Há dois anos, o advogado Sergio José dos Santos, 38, combinou boca fechada com treinos curtos e intensos para perder 20 dos 106 quilos que tinha na época. Atingiu seu objetivo.

Já mais magro, o advogado mudou a maneira de malhar: começou a passar várias horas na academia, fazendo exercícios menos puxados de forma contínua, por um tempo maior.

"Eu gostava, saía muito disposto. Mas comecei a ganhar peso de novo. Parece que você se acostuma com o exercício, e o organismo estoca gordura de qualquer coisa que você come", diz ele, que há 20 dias voltou aos treinos de menor duração e maior intensidade. "Já estou emagrecendo", afirma.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

TREINAMENTO DESPORTIVO

Um dos princípios básicos do treinamento desportivo é o princípio da sobrecarga, que em conjunto com o princípio da especificidade regem o treinamento moderno independente da modalidade.

Esse dois princípios que são respeitados pelos autores da periodização tática onde através do sistema de jogo, aumenta-se o sobrecarga de treino, o deixando mais intenso e denso, proporcionando ao futebolista uma especificidade total na aplicação do treino com bola.

Contudo o princípio da sobrecarga não é respeitado na aplicação do treino de força dentro desse método. Apenas adaptar o sistema neuromuscular do futebolista aos sistemas de jogo, por mais intenso que seja não gera nenhuma sobrecarga para o ganho nem tão pouco manutenção de força, pelo contrário, se não for bem trabalhada causa perdas significativas de força ao futebolista.

Para se gerar uma sobrecarga dentro do treino de força, deve-se colocar obstáculos para que o futebolista possa desafiar e vencer esses desafios, que passam por levantar pesos, saltar, ou até mesmo tracionar obstáculos como o trenó, depois desses exercícios, a transferência para o modelo de jogo seria sim o complemento para possibilitar ao atleta um ganho de força e posteriormente uma adaptação específica dentro do campo de jogo.

Com esse método bem sincronizado, o ganho de velocidade, seria conseqüência natural pois a junção de um treino de força bem equilibrado e uma transferência plena para o treino específico, possibilitariam ao futebolista um ganho objetivo e imediato de velocidade específica de deslocamento em campo (mudança de direção).

Com isso posso afirmar que como estão dizendo os autores e seguidores do método que o cargo de preparador físico esta em extinção, é um grande equívoco, pois esse cargo esta em adaptação ao uma nova forma de se treinar e atuar.

A função do preparador físico moderno cada dia mais será de treinar e possibilitar ao atleta de futebol um ganho equilibrado de força específica para em campo com o sistema de jogo através dos métodos específicos seguir os conceitos da periodização tática e conseguir render em alto nível não apenas durante os noventa minutos e sim ao longo de toda temporada competitiva.

Vale uma reflexão aos seguidores assíduos do método que por muitas vezes não analisam e apenas repercutem aquilo que lêem e principalmente observam dentro dos treinamentos e falas das pessoas que defendem a periodização tática.

Não é possível um futebolista atuar mais de cinqüenta jogos em uma temporada sem um treino de força que proporcione um equilíbrio muscular e um lastro de rendimento que suporte a temporada competitiva, por isso que clubes que seguem os princípios da periodização tática como Barcelona, Real Madrid e Chelsea (para não citarmos mais) aplicam sim protocolos rígidos de treinamento de força para possibilitar o alto rendimento dos seus atletas, por mais que as pessoas que ditam a regra sobre o método digam que não, é uma inverdade, os treinos são executados sim e de forma completa ao longo da temporada competitiva.

O que certamente está se extinguindo é o preparador físico tradicional que apenas manda correr sem se preocupar com as decorrências específicas do treinamento do desporto. Cada dia mais o preparador físico no futebol é aquele que proporciona um equilíbrio muscular ao atleta de futebol através do ganho de força específica.

MMA

Não há dúvidas de que a prática do MMA ajuda a melhorar a saúde, desestressar e emagrecer – dependendo da intensidade da aula (em geral de uma hora e meia), a queima de calorias pode ser de até 1.000. O grande ‘porém’ da categoria ainda envolve a violência dos golpes. As consequências das porradas causam muita polêmica. Não há como negar que a quantidade de sangue e os hematomas impressionam.

Na opinião de Roberto Dantas, mestre em artes marciais, os machucados fazem parte de todos os esportes de contato. “Acho menos violento do que o futebol. Por mais que o cara saia sangrando e nocauteado, depois os adversários se cumprimentam, se abraçam. Há muito respeito.” Para controlar a intensidade e a gravidade dos golpes existem árbitro, juízes e médico, segundo Juba, mestre de São Caetano. “As regras devem ser cumpridas. Os atletas estão preparados para chegar até onde podem.” Todos são obrigados a passar por exames periódicos, inclusive na cabeça, para serem liberados para a luta.

Entretanto, Raul Santo, fisiologista do esporte, acredita que toda modalidade pode lesionar se for praticada de forma irresponsável. “É fundamental que o atleta de luta tenha programa de treinamento completo”, afirma o médico, que considera o MMA extremamente violento. “Não tem capacete para proteção. Não dá para dizer que um soco na cabeça não provoque nada. Do ponto de vista médico, está muito longe de ser saudável.” Em junho de 2010, o lutador Michael Kirkham, 30 anos, morreu nos Estados Unidos pelos golpes que recebeu na cabeça. Não foi só ele. Em 1998, Dougla Dedge também morreu após luta.

Parece valer tudo, mas MMA tem regras – Como todo esporte, quem pratica MMA precisa respeitar regras, a começar pelos tipos de golpes. Não pode dar cabeçada, morder, beliscar, colocar o dedo no olho, puxar o cabelo, cuspir, golpear a garganta, atacar a região genital, dar cotovelada de cima para baixo, bater nos rins com os calcanhares, pisar no adversário nem derrubar o protetor bucal de propósito, entre outros.

Quem fiscaliza isso é o árbitro, que fica dentro do octógono (estrutura com oito lados cercada por grades), perto dos lutadores. Com a ajuda de um médico, que fica do lado de fora, ele pode encerrar a luta se julgar que o lutador não tem condições de continuar.

Tem ainda três juízes fora do octógono com a missão de analisar os movimentos e dar notas (que variam de 8 a 10) ao final de cada round. Pode acontecer de empatar também. Além disso, um dos lutadores pode desistir, perder por nocaute (quando recebe um golpe que o deixa sem condições de continuar) ou ser desqualificado (quando faz algo ilegal).

Cada combate tem duração de três rounds de cinco minutos, com intervalo de um minuto de descanso entre eles. Lutas mais importantes, que valem títulos e o cinturão, chegam a cinco rounds de cinco minutos. A maioria dos eventos divide os atletas em categorias baseadas no peso (leve, meio-médio, médio, meio-pesado, pesado).

OBESIDADE E CORAÇÃO

O Bem Estar desta quinta-feira (12) teve a presença do cardiologista Roberto Kalil, que também é consultor do programa, e da endocrinologista Claudia Cozer, que falaram sobre os riscos da obesidade para o coração e a saúde em geral. Segundo a médica, o ideal é emagrecer gradativamente para não voltar a engordar. Tanto que até 40% dos pacientes bariátricos, que têm uma perda rápida, recuperam o peso total ou parcialmente.

Obesidadexcoração valendo (Foto: Arte/G1)